20 e poucos anos – Cap 11

20 e poucos anos – Cap 11

Carina e Edward se cortejavam havia 1 ano, mas quando ninguém via, se encontravam sozinhos, porém nada do que ele fizera (que ficou apenas nos seios) se comparava ao que ela sentira na noite anterior.

– Foi o vinho, foi o vinho, foi o vinho…. – repetia Carina para si mesma enquanto subia para seu quarto na noite da festa.

Na reunião do livro, uma das damas tocou nesse assunto e Carina aproveitou para fazer várias perguntas.

Aquela fora uma conversa esclarecedora e agora Carina se sentia no controle, mas a raiva da atrevida Samanta ainda não tinha passado completamente e por isso, naquele momento, ela resolvera colocar Sam em seu devido lugar.

Adormeceu pensando nessas coisas e naquela noite, sonhou. Nele, ela e Samanta estavam deitadas em cima do balcão do restaurante. Samanta em cima dela tomando seus seios com a boca. Ambas estavam nuas.

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Sam parou e direcionou-se para beija-la nos lábios e assim que eles se tocaram, Samanta enfiou sua língua na boca de Carina fazendo-a gemer. Sam desceu a mão pelo corpo de Carina e quando colocou-a entre suas pernas, Carina gemeu alto e acordou.

Ofegante e suada, Carina percebeu que dormira sem se trocar. O cobertor estava caído no chão, o que indicava que sua mãe tinha ido até lá antes de recolher-se. Logo, o restaurante já estava fechado, pois sua mãe só subia quando acabava tudo.

Olhou pela janela de seu quarto e constatou que não havia mais movimento na entrada do restaurante.
As cenas do sonho estavam em sua mente e ela sabia que não conseguiria mais dormir. Olhou para a porta de seu quarto e disse para si mesma:

– É normal fazer. Apaixonar-se é que não é. – e foi silenciosamente até a dispensa do restaurante.

sig_Gabi

G.G.

Escritora nas horas vagas. Tudo o mais é um mistério. Uma frase que define: "Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto." (Teatro dos Vampiros - Legião Urbana)

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