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Vidas ao vento

“O teu lugar em mim, ninguém mais ocupa…”

Qual é o sabor do amor? Um dia me perguntei se o mundo estaria um caos pela falta de sabedoria em amar. Conheci a mulher da minha vida e provei o melhor dos sentimentos que pude sentir. E ainda assim insisti em errar com nós. Olhei pros lados e vi muitas pessoas fazendo mais do mesmo. Seria gostar de errar ou o amor nao é tão bom assim?

Se eu corro pro amor, o ciúmes, a mágoa, a tristeza e a ausência me perseguem e me prendem em um ciclo vicioso… Então atrás de que eu devo correr?

Se não corro atrás do amor, a ausência dela, a tristeza, a falta que o sorriso dela me traz e o frio vazio que o abraço dela não tira de mim reina, então em que espaço eu devo morar?

Quem ama não magoa. Quem ama não ilude. Quem ama não despreza. Então quem nesse mundão de meu Deus ama de verdade? Não acredito nisso, não acredito assim.

Acredito que o amor faz de tudo. E o amor supera de tudo, quando existe amor. Então de que sabor é?

É doce. Amargo. É intenso. É azedo e muitas vezes faz a gente enrugar a face. Mas o que eu queria mesmo era enrugar a face junto com ela… Com todos os sabores e consistências. Se é pra ser sincero, sempre fomos o oposto. Doce e salgado, quente e frio, preto e branco. E pra quem não curte monotonia, damos um belo agridoce frio com caldas quentes.

Como não gosto de fins, sigo o pensamento de ir provando os sabores que o amor traz, pra quem sabe eu voltar a experimentar os seus denovo. Até breve!

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