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Um guia rápido para não usar linguagem sexista em publicidade

Um dos meios mais machistas que já houve conhecimento. O que é incrível, pelo meu ponto de vista, já que também é um dos mercados que mais promete avanços sociais e uma liberdade de pensamento não vista em outros ambientes de trabalho. Lembro quando comecei a faculdade e existia uma liberdade de ser quem se é no nosso curso que me fez acreditar que seria assim também nas agências, nos briefings e por aí vai. Pra balela, já dizia minha avó.
Mulheres não entram na área de criação. No atendimento, as mais bonitas são preferência pois os clientes vão gostar do decote nas reuniões. A mulher não pode se vestir como ela bem entende, precisa ser feminina, porque os chefes gostam. As mulheres da mídia não ganham presentes por sua impecável postura profissional, mas por sorrirem mais para os representantes do veículo. Enfim, os exemplos podem se esticar aqui até não mais terem paciência. O que importa é que na verdade, um dos meios que eu acreditei ser libertário e quase que futurista, não passa de mais um ambiente machista e propulsor de comportamento misógino.

Mudando o cenário

Pensando nisso e na linguagem interna e externa da publicidade, a Gabriela Rodrigues postou no Linkedin uma apresentação com algumas dicas para evitarmos a linguagem sexista no ramos da publicidade. E olha, tive até vontade de voltar a trabalhar em uma agencia só para prender cada slide desse na parede. Ou talvez abrir minha própria agência, onde a linguagem base seria de igualdade. E quando vocês terminarem de ver essa apresentação, também vão ter essa vontade, então se juntem a mim!

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