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#TambéméViolência : muito além da questão física Campanha quer conscientizar sobre as várias formas de a violência que a mulher sofre

Um país que é pioneiro em algumas causas, mas que em outras ainda parece viver próximo da idade da pedra. Enquanto temos a lei da Maria da Penha, uma das mais avançadas no segmento, temos que lidar com a violência diária contra mulheres e o medo que elas tem de denunciar estes casos.

O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking de feminicídio entre 84 países, de acordo com a ONU Mulheres. 41% dos casos de violência doméstica acontecem dentro de casa e 57% iniciam-se após o término de um relacionamento. Além disso, 3 em cada 5 mulheres sofreram, sofrem ou sofrerão violência em um relacionamento afetivo no Brasil.

Engana-se quem acredita que essa violência presente no nosso cotidiano se traduz apenas em olhos roxos e marcas pelo corpo. Há diferentes tipos de violência que aprisionam milhões de mulheres diariamente no Brasil: violência psicológica, moral, patrimonial, física e sexual.

A verdade é que ainda não existem maneiras efetivas de denunciar agressores por violências silenciosas, que nem sempre deixam marcas visíveis. Mulheres acordam todos os dias com medo do que pode acontecer durante o dia, desde uma agressão verbal na rua até a humilhação por parte de um chefe abusivo.

É por isso que a ONG Artemis junto com a marca de cosméticos Lush criou a campanha #TambémÉViolência. O objetivo é conscientizar a sociedade sobre este tema, apontar sinais de violências banalizadas em relacionamentos abusivos e oferecer medidas práticas para ajudar as mulheres vítimas de violência doméstica.

Abaixo o ensaio fotográfico feito sobre a violência diária sofrida por mulheres. E se você quiser fazer sua foto também, é só escrever em um papel o que você sente, tirar uma foto e postar com a tag #TambémÉViolência.

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