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No Rio, peça conta a história de Lili Elbe, transexual do início do século XX A história de Lili também deu origem ao filme "A Garota Dinamarquesa"

O filme “A Garota Dinamarquesa” conquistou o mundo ao contar a história de Lili Elbe, uma das primeiras transexuais a se submeter ao processo cirúrgico de redesignação de gênero. Agora, no SESC Copacabana, a peça Lili, inspirada nos diários da própria Lili Elbe conta a história de como Einar, um artista casado com Garda, aos poucos começa a assumir a identidade de Lili. Diferente do filme, a peça é mais fiel aos diários de Lili.

Além da temática transexual, a história fala do amor acima de tudo, da aceitação e do companheirismo. E é um prato cheio para quem ama arte, afinal de contas, as duas são artistas do início do século XX.

— É uma história de amor e lealdade ímpares. A peça mostra as idas e vindas desta relação, a repactuação deles o tempo inteiro — conta Walter Daguerre, que escreveu o texto a partir dos diários de Lili publicados em 1931. – Os diários não têm um encadeamento psicológico tão amarrado, como apresenta o filme, que explique o que fez ele querer ser mulher. A peça retrata melhor a contradição humana, não romantiza e nem adocica a história, apesar de ser teatro — explica Daguerre.

Serviço:

Onde: Sesc Copacabana
Quando: Até 20 nov 2016 – qua, qui, sex e sáb 21:00 | dom 20:00
Quanto: R$ 20.00

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