Em nome de Deus, uma armadilha para as mulheres

Aborto. Um dos temas mais polêmicos da atualidade. De um lado, o argumento libertário, a favor da liberdade de escolha das mulheres. Muitas vezes confundido com um extremismo feminista, mas nem sempre ouvido com calma. Do outro lado, a religião com seus argumentos preconceituosos e que inibem a liberdade civil. No meio disso, uma esfera governamental que não é capaz de garantir a liberdade das mulheres, que por sua vez, são obrigadas a recorrer a métodos ilícitos e pouco confiáveis – principalmente no caso de mulheres pobres – para interromper uma gravidez indesejada. A discussão não é sobre se o aborto é certo ou errado, mas sim se a mulher tem a liberdade de escolher o que quer para o próprio corpo.

Na esteira dessa discussão, a Agência Pública seguiu o rastro de um site chamado Gravidez Indesejada que é usado como armadilha para mulheres que querem interromper a gestação serem convencidas com bastante terror psicológico a desistir do aborto. A investigação levou diretamente ao um padre, Hélio, que faz parte do CAM, uma instituição latino americana destinada ao propósito de fazer mulheres desistirem do ato de aborto com a desculpa da religião. Sim. “Em nome de Deus”, eles estão aterrorizando mulheres e as proibindo de ter liberdade sobre suas escolhas.

A reportagem foi a fundo na investigação e no link abaixo é possível ler detalhes do caso e como o processo é feito.

Armadilha para mulheres

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