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Caminhos do Amor – Epílogo

Epílogo…

​Todo ano que se inicia é repleto de esperanças. A gente sempre espera o melhor e por isso nos empenhamos tanto em estar rodeados de pessoas que nos apreciam na virada do ano. São muitos os rituais de passagem, simpatias, orações e tradições. No final, porém, o que faz nosso ano realmente bom é uma dose de fé e esperança, somadas a vontade de fazer acontecer. São nossas ações diárias que vão transformando nosso dia e nossos meses. São elas que geram as boas lembranças para que no final tenhamos um balanço positivo. Nenhum ano é simples ou fácil demais. Aliás, viver não é fácil. Dificuldades vão sempre existir na vida. A grande questão é: como você as vencerá?

​Bem ali, em um bairro de classe média do Recreio dos Bandeirantes, havia uma casa como qualquer outra do Rio de Janeiro. O churrasco rolava na piscina no dia 01 de janeiro como manda a tradição carioca. As mulheres estavam rindo e brincando, celebrando o primeiro ano novo de Lucca e todas as coisas boas que esperavam acontecer em 2016.

​Carla e Lina estavam ansiosas para o primeiro ano do filho. Seria um grande ano. Uma nova fase no casamento e na vida. Elas sabiam que os eventos no final do ano seriam incontáveis. As mulheres pensavam e discutiam a noite antes de dormir qual seria a primeira palavra do menino ou com quantos meses ele andaria? Ele iria gostar de comer tudo ou teria séria aversão a alguns legumes como Lina? Ele seria flamenguista como Carla? – Espera, ele tinha que ser flamenguista como Carla. Botafoguense seria inaceitável – Qual seria o desenho favorito dele? E como elas se sairiam sendo mães? O ano das mulheres girava em torno de todos esses momentos e do lindo bebê de cabelos negros que dormia tranquilo no maravilhoso carinho de bebê que fora presente da tia Dani.

​Ana entraria na reta final da faculdade. Uma fase muito importante da vida, mas que é vivida da seguinte forma: não vemos a hora de começar e quando começamos não vemos a hora de terminar. E a caçula não via a hora de finalmente encerrar esse ciclo. Ela tinha muitos projetos em mente, dentre eles, conseguir seu primeiro estágio. A caçula mal via a hora de trabalhar e ter sua própria renda como a irmã tinha. Ela tinha essa mesma vontade de crescer que a mais velha tinha. Além disso, a caçula dos Collins determinou que o ano de 2016 traria uma grande mudança amorosa em sua vida. Sim, porque, definitivamente, ela ia dobrar Dani. Os beijos quentes que elas trocaram ali naquele poof na madrugada anterior ainda ecoava na mente da jovem e vira e mexe ela tinha a sensação que estava sendo observada. Bastava procurar a origem do olhar e o par de olhos castanhos estava cravado nela. Dani desviava o olhar e tentava disfarçar, mas havia aquela chama que ardia em tom chocolate na forma como ela fitava o corpo da ruiva, coberto apenas por um pequeno biquíni branco. Ana sorria internamente, amando o fato de que sua presença perturbava cada vez mais a mais velha. Era tudo que ela precisava para conquistar aquele coração armado até os dentes. E acredite, depois de se formar e conseguir um bom estágio tudo que Ana queria era mergulhar de cabeça nessa nova sensação.

​Já Dani tinha grandes projetos junto a Amy. Elas queriam expandir uma filial da AD Online em São Paulo e abrir outra no exterior. Começariam se dedicando aos projetos no Brasil, levantando orçamento e pessoal necessário. A empresa tinha crescido o bastante em 2015 para permitir um investimento maior e elas estavam certas que 2016 seria ainda mais promissor. Dani não tinha o que reclamar. Ela era jovem e bem-sucedida. Trabalhava com sua melhor amiga ou melhor, sua irmã do coração. Tinha liberdade para tomar suas decisões e amigos magníficos. Seu único problema, ou não, era o fato de estar cada vez mais atraída pela irmã mais nova de sua melhor amiga. Merda! Como ela chegaria em Amy e diria “Ei amiga, eu passei a madrugada de ontem dando uns amassos na sua irmã. Mas fica tranquila nós não transamos”. Era ridículo não era? O corpo de Dani tremia só de pensar na reação de Amy. Se sua melhor amiga acertasse um soco nela não poderia reclamar, poderia? Ela tinha visto Ana crescer, por Deus! E agora queria o quê? E como ela diria a sua amiga que se sentia atraída por sua irmã quando nunca se quer ficou com mulheres? Afinal porque ela estava saindo com Ana? Nada justificaria enfrentar a melhor amiga apenas para ser mais uma na cama da caçula. Ela era uma mulher feita e não precisava disso. Dani deu um gole na cerveja, desviando o olhar do abdômen liso da caçula dos Collins e se xingando mentalmente por não tirar os olhos dela. Diabos! Inferno! Porque eu fui brincar com ela naquele maldito dia? Esse ano para Dani seria voltado para vida profissional e sem jogos amorosos. Ela estava determinada a encerrar essa loucura antes que as coisas saíssem de controle. Seria fácil, não seria? Tudo que ela tinha que fazer era parar de pensar no quanto Ana era linda, atraente e irritantemente atrevida.

​Amy não poderia estar mais feliz. Além de toda prosperidade profissional e de ter conseguido perdoar Jaqueline Mansour, a morena tinha tido uma noite maravilhosa com Isabel e daqui a exatos um mês estariam viajando para Cancun para começar um ano de namoro. Aliás quando 2015 começou Amy não tinha ideia que seria o ano mais feliz da vida dela até aqui. A morena abraçou a cintura de sua namorada, que sentou em seu colo enquanto comia um espetinho de coração. Amy beijou delicadamente as costas de sua mulher, subindo pequenos beijos pela linha de sua coluna e sentindo o cheiro doce dela. Sua memória foi bombardeada pelos momentos de paixão intensa em Anami e ela sorriu atrevidamente enquanto dava uma mordida nas costelas da loira e amansava a marca propositalmente com a ponta de sua língua quente. Isabel deu um pulinho de susto no colo de sua mulher, sentindo um misto de cosquinha com arrepio. A loira corou tão logo percebeu a intensão de Amy. Virou o rosto lateralmente apenas para ver um par de olhos azuis atrevidos cravados nela. Amy beijou a linha da costela da namorada, sorrindo maliciosamente.

POV AMY

– Me provocando Senhorita Collins? Isabel sussurrou e afastei-me fingindo inocência.

– Eu?! Não fiz nada amor.

​- Sínica! Isabel riu e deu-me um selinho rápido – Uma pena porque se você estivesse, hipoteticamente, me provocando, eu adoraria retribuir sabe?

​Minha loira puxou um novo coração do palito, olhando-me atrevidamente enquanto o mastigava. Engoli em seco fitando aqueles olhos verdes levemente escuros.

​- Iria é?

​- Uh-run!

​- Bem, então, neste caso eu estava te provocando.

​Isabel riu e negou com a cabeça. Sentou-se de lado no meu colo e aproximou a boca do meu ouvido, sussurrando baixinho.

​- Eu gosto de ser provocada…. Mas gosto mais ainda de atiçar.

​Isabel lambeu a curva da minha mandíbula e chupou o lóbulo da minha orelha em provocação. Apertei sua cintura em resposta sentindo meu sexo contrair-se no mesmo instante. Deus, como Isabel tinha um efeito avassalador sobre mim. Chegava a ser vergonhoso o fato de que eu tinha tido muitos orgasmos poucas horas atrás e agora estava aqui, ficando molhada e excitada apenas por um beijo no pescoço e um sussurro provocante. Inferno de mulher!

​- Você vai ser meu fim sabia senhorita Aguillar?

​- Acho bom mesmo que eu seja. Pense em terminar sua vida com outra pessoa e vou literalmente ser o seu fim!

​Gargalhei apertando minha mulher contra meu peito. Isabel tinha cara de anjo, mas era braba e ciumenta. Uma verdadeira leoa. No entanto, eu não podia reclamar. Amava vê-la com ciúme, principalmente por que seus olhos ficavam mais escuros e as bochechas ganhavam um tom rosado diferente. As muitas facetas da minha loira que eu amava de todo o coração.

​- Amo você com ciúme.

​Aproximei meu rosto de Isabel que tinha um adorável bico nos lábios e estava pronta para beijá-la, mas obviamente fui interrompida por minha adorável amiga.

​- Ei, Sapatão Rei! – Carla gritou do outro lado da piscina – Meu filho acordou então mantenha a sessão sexy hot longe deste recinto.

​Todas riram e Isabel, como de praxe, ficou mais vermelha que um tomate. Era engraçado porque a loira não gostava muito de beijar ou se agarrar na frente de ninguém, mas quando estávamos presas na bolha do nosso próprio mundo, Isabel esquecia até do próprio nome, assim como eu. E nas horas em que Carla a trazia a realidade, minha loira, tímida como era, morria de vergonha.

​- Agrh! Cala a boca Carlão! Não enche!

​Carla ia responder, mas ao invés disso, franziu o nariz fazendo uma cara de puro nojo. Ela elevou o pequeno Lucca até perto do rosto e logo o afastou.

​- Meu Deus! Que cheiro de carniça! O que você deu para esse menino amor?

​- O que mais eu daria? Leite materno é óbvio! Lina respondeu fazendo todas rirem.

​- Tem certeza que seu leite está na validade baby? Não é possível um cocô feder tanto assim, puta que pariu!
​Lina fuzilou Carla com o olhar e começamos todas a rir da cena.

​- Está me chamando de velha ou algo do tipo ao insinuar que meu leite estragou Carla Amorim?!
​Carlão arregalou os olhos nervosa e tudo que eu fiz foi rir mais da cara dela.

​- N-não, não amor! Claro que não! – Minha amiga gaguejava – V-você é linda, jovem e tem o leite mais gostoso do mundo. Eu poderia até mesmo tomar um pouq….

​- CARLA AMORIM! Cala já essa boca e vai limpar o cocô do seu filho!

​Meu estômago se contorcia e o ar parecia ter saído dos meus pulmões de tanto que eu ria. Ana, Dani e Isabel tinha os rostos vermelhos de tanto rir também. Acabei me engasgando e Isabel deu tapinhas leves nas minhas costas enquanto a cena se prolongava.

​- Mas amor eu odeio cocô…. É tão verde e fede! – Carla fez uma cara de nojo e Lucca riu achando graça – Eu limpo quando for o número um vai…

​- VAI LIMPAR SEU FILHO A-GO-RA Carla! Lina disse mais alto e vi que a mulher apesar de irritada estava prendendo um leve riso.

​Lina apontou para dentro da casa e Carla fez um bico do tamanho do mundo enquanto Lucca esticava as mãozinhas em direção ao seu rosto.

​- Garoto acho bom você parar de poluir o ar do mundo com esse cocô! Meu Deus, você só toma leite como pode? Lucca riu e todas nós rimos junto.

​Carla suspirou vendo que Lina não iria voltar atrás e começou a ir em direção a sala com meu afilhado. Eu ainda estava rindo até que a mulher parou no meio da grama e olhou para mim.

​- Está fazendo o que aí sentada Sapatão Rei?! Vem me ajudar!

​- Mas nem fodendo…. Seu filho, seu cocô! Deus me livre trocar fralda de número dois. Eu mal conseguia respirar da última vez que fui ajudar Isabel.

​- Ah vai sim! Você é a madrinha e ainda me atrapalho para fazer isso sozinha!

​- Desculpa amiga, vai rolar não.

​Isabel levantou do meu colo e colocou a mão na cintura. Arqueei a sobrancelha para minha mulher. Quando se tratava de Lucca não havia defesa para mim. Eu me tornava a segunda na linha de preferência da loira. Ela arqueou uma sobrancelha e bateu o pezinho na grama. Ah não, não, não…. Isso não é nada bom!

​Apela para cara de cachorro sem dono Amy!

​- Amor…. Tentei argumentar mais Isabel levantou a mão me impedindo de falar.

​- Vai já ajudar a trocar seu afilhado Amy Collins! Carla é capaz de colocar a fralda do avesso e eu já ajudei Lina da última vez. Agora é com vocês duas. Nós combinamos assim.

​- Mas amor eu odeio trocar cocô…. Fiz bico e pude ouvir todas rindo, inclusive Carla que agora gargalhava de mim. Dizem que quem ri por último ri melhor né?

​- AGORA Amy Collins! – Isabel abaixou gentilmente perto da minha orelha – Ou nada de provocações mais tarde. Sussurrou.

​Apelando para sexo? Golpe baixo Isabel! Golpe baixo!

​- Você vai ser literalmente meu fim…. Bati o pé em protesto e me aproximei de Carla que ainda ria com o pequeno Lucca. Carlão tinha razão, o menino parecia mais um pedaço de carniça de urubu de tão fedido.

​- Está rindo de quê Carlão?! Quem vai limpar é você!

​- Não importa, você vai sentir o cheiro do mesmo jeito!

​- Idiota!

​- Sapa Rei!

​Lucca gargalhou tão gostosamente que todas riram enquanto Isabel e Lina nos encaravam.

​- Andem logo! Elas disseram juntas e Carla e eu arregalamos os olhos, nos encarando.

​- Porra…. Quando foi que essas mulheres ficaram tão iguais?

​- Sei lá Sapa Rei! Sei lá! Vamos logo antes que elas nos afoguem nessa piscina.

​- Você ainda tem aquelas máscaras cirúrgicas na gaveta? Perguntei assim que caminhamos para a entrada da sala.

​- Não, mas tem pregador no varal.

​- Serve! Vamos precisar de todo bloqueio nasal possível quando abrirmos essa fralda.

​Lucca gargalhou outra vez e me perguntei como ele podia estar sorrindo quando fedia a carniça de urubu?

​- Ei, Carlão? A gente devia levar o Lucca no pediatra… Ele deve ter algum problema de olfato.

– Ai meu Deus será?!

​​
POV NARRADOR

​Enquanto as mulheres se afastavam com o pequeno Lucca, Lina e Isabel batiam as mãos em cumprimento. Elas sabiam o quanto suas mulheres odiavam trocar fralda e estavam orgulhosas de terem dobrado as feras com tanta facilidade.

​- Vocês são as melhores, sério! Quem precisa de Paulo Gustavo tendo Amy e Carla como amigas? Essas duas juntas é a melhor comédia aberta do mundo. Ana disse e todas riram.

​- Eu vivi para ver Amy Collins trocando fralda de bebê! Se Deus me levar morro feliz. Dani riu.

​- Essas duas não tem jeito mesmo. Tenho até medo do momento em que Lucca já puder andar e falar. Vamos ter três crianças para olhar Bel.

– Nem me fale Li. Nem me fale.

​- Sabe, nunca pensei que fosse dizer isso, mas minha irmã vai ser uma excelente mãe um dia. Quer dizer, ela sempre foi maravilhosa comigo e agora vendo como ela cuida do Lucca só me fez reafirmar essa impressão.
​Isabel sorriu olhando sua mulher discutir com Carla e acariciar a cabecinha do seu afilhado enquanto entravam na casa. Ela sentiu uma enorme sensação de felicidade inundar seu peito e uma forte esperança de que no futuro seu maior sonho de ter um filho se realizaria. Ana tinha razão.

​Amy Collins, a mulher de sua vida, seria uma excelente mãe.

***

Londres, 1 de janeiro de 2016

​No vigésimo andar de um prédio no centro de Londres, próximo ao Hyde Park, o ano começava agitado. A executiva poderia estar em qualquer lugar da cidade comemorando o primeiro dia do ano, mas honestamente ainda não via motivos para comemorar nada.

​O semblante sério e compenetrado no computador, as ideias fervilhando em sua mente e um copo de café forte era tudo que ela precisava para começar o novo ciclo. E 2016 tinha que ser promissor. Derrotas não seriam mais aceitáveis.

​Um som de batida na porta espelhada a fez levantar o olhar para encarar Robert, seu braço direito e jovem assistente. Fez um gesto com a mão para que o rapaz entrasse e o sorriso dele era tão grande que a fez arquear a sobrancelha. Porque diabos ele estava tão contente?

​- Porque esse sorriso tão cedo Robert?

​- Bom dia Mrs. Rhaminton. Trago excelentes notícias. O rapaz estendeu uma pasta de couro marrom para sua chefe e a viu segurar o objeto intrigada.

​- Do que se trata Robert?

​- Nós a encontramos!

​Robert ajeitou seus óculos de grau com o indicador e sorriu. Suas mãos soavam e o coração batia forte. Ele passou os últimos meses dormindo praticamente nada para cumprir sua tarefa impossível. Sabia que aquilo faria seu conceito perante sua chefe subir incrivelmente. Não que ela o tratasse mal, muito pelo contrário. No entanto, ele tinha enorme carinho por ela, além de ter ambições profissionais e precisava fazer algo realmente grande em prol da empresa e sua dona.

​Mrs Rhaminton abriu a pasta imediatamente e seus olhos arregalaram. A foto da morena na capa confirmava seus temores. Ela nunca achou que Robert conseguiria, mas subestimar seu secretário não era algo coerente a se fazer.

​- Como? Como conseguiu?

​- Não acho que a senhora vai querer saber. No entanto, deve saber que Amy Collins está no Brasil e é uma empresária de sucesso e dona da AD Online. Ela pretende expandir uma filial no exterior e sua empresa teve um crescimento considerável no ano passado. Ela é realmente boa.

​Mrs Rhaminton ficou olhando a foto em silêncio por um longo tempo enquanto Robert sentia a palma da mão soando de nervoso.

​- O que a senhora deseja fazer agora chefe?

​A mulher de meia idade elevou os olhos expressivos e fitou o jovem promissor a sua frente. Ofertou-lhe um sorrisinho curto e girou o globo terrestre que ficava em pé no canto de sua mesa até que seu indicador parasse em um ponto específico do mapa.

​- Arrume suas malas Robert! Nós vamos para o Brasil.

******

Hey Amybetes, e aí como estamos?

Como vocês perceberam esse epílogo não é o fim e sim um gancho! YEAAHH!! NÓS TEREMOS SEGUNDA TEMPORADAAAAAA!!!

Quem será Mrs Rhaminton e porque ela está atrás de Amy? Nossa morena ainda tem mais manchas no passado? Como ficará o casal Dana, o crescimento de Lucca, o passado de Isabel e principalmente o que vai acontecer com nosso casal favorito em 2016?
Todas essas perguntas serão respondidas na segunda temporada. Estão a
nimadas?

Bem, nós manteremos a publicação aos sábados, porém a segunda parte deve demorar cerca de um mês para começar. Preciso desse tempo para me organizar e também para terminar a revisão do meu romance que será publicado aqui pelo HPM.

O romance se chama “Jasmin” e será a realização de um sonho para mim. Meu primeiro livro que desde menina almejava escrever. Espero que vocês, minhas amadas leitoras, me ajudem a realiza-lo e queiram ler essa história que escrevi com muito carinho.

Então até o próximo mês Amybetes!
Com carinho,
Bru