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Caminhos do Amor – Cap 66

POV AMY

            Quando o tempo passa, na grande maioria das vezes é imperceptível. Em outras, chega a ser tão demasiadamente lento, que a sensação é que o tempo parou ou que de alguma forma, nós conseguimos perceber a singularidade do tempo acontecendo. Os movimentos ficam precisos, os sons mais altos, as cores mais vivas, as sensações mais intensas.

Enquanto olhava as duas mulheres da minha vida de frente para mim, sentadas na mesa de centro de madeira de Isabel enquanto eu estava no sofá, claramente eu conseguia sentir meu coração palpitando. O sangue correndo dentro de mim. A ansiedade e o receio pela reação de Ana. Elas me encaravam enquanto esperávamos a chegada de alguém essencial para aquela conversa. Bebíamos suco de laranja e beliscávamos uns petiscos, conversando sobre coisas aleatórias. Ainda assim, podia sentir a tensão no ar. Pairando sobre nossas cabeças como uma nuvem cinzenta e espessa, prestes a derramar a chuva sobre nós.

A campainha finalmente soou e fiz menção de atender. Ao abrir a porta, a terceira mulher da minha vida sorriu gentilmente para mim. Seus olhos castanhos, tão vivos e brilhantes, passaram-me o conforto que em tantos anos me salvou do abismo. Dani, minha melhor amiga e irmã, abraçou-me com carinho e apertou meu corpo dolorido contra o seu.

– Estou orgulhosa de você, vai dar tudo certo.

– Obrigada.

Sussurrei no ouvido dela e separamos do abraço em seguida, andando até a sala onde todos se cumprimentaram. Dani tinha uma pasta marrom nas mãos e por isso sua presença era importante. Dani sentou ao meu lado e o silêncio de repente se fez presente. Não foi preciso grandes anúncios. Todos nós sabíamos que era hora da conversa séria. Suspirei forte e olhei para Ana e Isabel. Dani apertou meu ombro, encorajando-me.

– Amy pelo amor de Deus, você vai me matar de ansiedade! Isabel já me contou tudo que você disse a ela e acredite eu sempre tive ideia que você sofreu muito, mas não tinha noção do quanto. Só posso odiar ainda mais os que um dia chamei de pais por terem nos forçado a passar por tantas coisas. Mas eu sei que tem mais coisas aí. Conheço você e ter pedido a Dani para vir aqui só realça isso. Então, por favor, fala de uma vez antes que eu tenha um treco.

A mais nova falou e gesticulou, atropelando praticamente as palavras e fazendo minha noiva dar um sorriso. Por um instante o sorriso lindo de Isabel me congelou. Aquela sensação do tempo passando devagar novamente me tomou de assalto e eu pude ver até mesmo os músculos de sua face moverem-se com lentidão. Aquele sorriso, mesmo involuntariamente me deu forças e encarei os orbes azuis de minha irmã. Isabel segurou minha mão e entrelaçou nossos dedos. Fez um carinho com o polegar e ficou ali me tornando forte, mesmo na minha fraqueza. Me deu, por em pequeno gesto, doses de amor que se propagaram por todo meu corpo.

E enquanto as três mulheres da minha vida me olharam com tanta ternura e compreensão finalmente me senti pronta.

 

POV ANA

Durante o momento seguinte, Amy começou a contar sua história de vida que até então era praticamente desconhecida para mim. Sempre tive consciência de que ela havia sofrido, mas ouvindo todas as barbaridades que ela teve que passar meu coração se quebrava um pouquinho mais a cada instante. Amy havia passado fome e frio, havia esfolado a sola dos pés por andar incontáveis horas todos os dias para trabalhar. Ela me alimentava enquanto sofria. As lágrimas caiam de meu rosto sem controle quando minha irmã apontou uma pequena cicatriz que tinha bem pertinho da sobrancelha direita e disse que aquilo aconteceu quando ela desmaiou na rua de fome e bateu a cabeça. Ela não levou ponto porque não tinha como pagar um atendimento e teve medo de usar o plano do meu pai estando sozinha. Ela era menor de idade e não queria que ninguém descobrisse que seu pai era depressivo e sua mãe havia fugido. Amy fez tudo isso por mim, porque ela não queria que nos separassem. Ela se sacrificou para ser minha família e o amor que eu sentia por ela apenas triplicou. Ele tornou-se infinito e parecia explodir meu peito.

– Eu tenho algumas lembranças…. Disse com a voz embargada – Lembro de gritar dentro de um carro por você e chorar muito. São apenas memórias vagas e soltas. Isso realmente aconteceu?

Amy assentiu e limpou algumas lágrimas do seu rosto. A essa altura todas choravam. Dani estava com o nariz vermelho e Isabel, minha doce cunhada, tinha os olhos tão tristes enquanto escutava minha irmã que era de partir o coração.

– Foi uma vez que ele me viu conversando com Dani na porta da escola. Eu pedi que você ficasse no carro e só saísse quando eu mandasse. Amy abaixou a cabeça parecendo lembrar.

– E o-o que ele fez? Serrei o punho de raiva, tomando consciência de que os pesadelos que tive todos esses anos na verdade eram lembranças.

– Aquele maldito espancou sua irmã – Dani disse com raiva – Ela ficou alguns dias sem ir à escola, mas quando apareceu ainda tinha a marca roxo claro ao redor do olho e usava blusas de manhã cumprida no verão. Ela não queria que eu visse, mas a puxei para o banheiro e subi as mangas e o que eu vi me matou. O braço de Amy estava lotado de hematomas. Eles estavam por toda parte. Eu juro que eu queria denunciar aquele filho da puta, mas sua irmã nunca deixou e no fundo eu entendia. Você era a única família dela.

– Você também sempre foi minha família Dani. Minha irmã disse carinhosamente e tocou a mão de Dani. Elas entrelaçaram os dedos e ficaram em silêncio.

– Eu sinto tanto por tudo isso… Isabel disse em meio ao choro e deitou a cabeça no ombro de minha irmã que acariciou os cabelos dela com carinho. Amy era assim. Ela era capaz de suprimir sua dor em prol dos que amava. Quis abraça-la, mas o teor das revelações ainda me perfurava como faca afiada.

Amy continuou contanto e falou de Jaqueline. Finalmente entendi toda fissura da mulher louca por Amy. Ela merecia estar presa por tudo que fez. Não soube precisar quanto tempo passou, mas quando vi Amy pediu um envelope pardo a Dani. Reparei que ela entrou com ele assim que chegou, mas não fazia ideia do que seria.

Minha irmã retirou uma fotografia de dentro do envelope. Estava velha e levemente desbotada, mas ainda dava para ver perfeitamente a figura refletida nela.

– Essa aqui é sua mãe Ana. Alma Amorim Collins. Ou pelo menos era esse o nome dela antes de partir.

Peguei a foto com cuidado, os dedos levemente trêmulos. Nunca tinha visto qualquer foto da mulher até agora. Meu pai havia destruído toda e qualquer lembrança dela depois que partiu. Era muito pequena para lembrar de seu rosto e nunca tive coragem de perguntar a Amy. Sabia que esse assunto a machucava, mesmo não tenho real consciência do porquê, até agora. Na foto, a mulher lembrava muito a minha irmã mais velha e a mim mesma. Seus olhos também eram azuis, os cabelos negros e lisos. As feições do rosto delicadas. Ela sorria na foto e ironicamente não consegui sorrir vendo a imagem. No peito havia apenas um vazio. Um espaço no meu coração que fora preenchido por Amy e que a fazia ser uma estranha.

Mãe.

Uma palavra tão forte e de tanta conexão. Mas uma palavra, que assim como pai, nada tem a ver com sangue. O pai e a mãe de verdade são aqueles que nos amam incondicionalmente, que dão a vida por nós, que tornam nossa vida completa. E tudo isso, que fez por mim, fora Amy Collis. Encarei minha irmã que me olhava atentamente. Um receio enorme em olhos diante da minha reação. Ela esticou outro papel para mim e senti meu coração bater muito violentamente. Por alguma razão senti que ali estava a grande revelação.

– O que é isso? Perguntei sem coragem de ler.

– Quando nosso pai estava morrendo devido ao câncer nos foi pedido um teste para ver se nosso tipo sanguíneo era adequado para ele. Você lembra disso?

Amy disse com carinho e assenti sentindo meu peito doer.

– Eu fiz o teste e você também. Você doou para ele não foi? Perguntei hesitante, mesmo já sabendo a resposta.

– Sim. Esse é o seu teste Ana.

Olhei o tipo sanguíneo descrito na foto, com meu nome e dados pessoais logo acima.

– AB positivo. O que tem? Perguntei.

– Meu sangue é O e o dele também era, por isso eu pude doar. O sangue dela, nossa mãe, era A.

– O que você quer dizer com isso?

Amy suspirou fundo e tirou o último papel do envelope. Ela o estendeu para mim e Dani apertou novamente o ombro dela como se lhe oferecesse coragem. Isabel olhava para o papel praticamente sem piscar e minha mãe já tremia muito. Meu coração parecia explodir no peito. Uma sensação que eu desconhecia até então. Eu que sempre quis a verdade agora tinha medo de conhece-la. Fiquei encarando minha irmã um tempo sem conseguir ler o conteúdo do exame.

– Quando o vi que seu tipo sanguíneo era tão diferente fiquei muito intrigada. Contei para Dani e ela concordou comigo. Sabíamos, pelas nossas aulas de ciências, que o tipo AB era mais raro e mesmo minha mãe sendo A era no mínimo intrigante. Espero que me perdoe por isso Ana, mas na última noite antes de nosso pai falecer você estava dormindo no leito dele e bem eu…

– Você? Perguntei com a voz falha. Meus pensamentos indo e vindo da mente. As coisas passando a fazer sentindo na minha cabeça.

– Peguei um fio de cabelo seu e um dele e mandei fazer um teste de DNA.

Isabel levou as mãos a boca, parecendo entender onde minha irmã queria chegar. Tudo que eu fiz foi encarar o papel a minha frente. Meus olhos percorriam o que estava escrito, no entanto, nada aquilo parecia real.

– Você quer dizer que….

– Que somos irmãs apenas por parte de mãe. Seu pai, provavelmente, fugiu com ela aquela noite.

– Está querendo me dizer a mulher que eu um dia quis encontrar e que tantas vezes procurei já traia nosso pai há muito tempo e engravidou de outro homem? E que fugiu, covardemente com ele, deixando suas filhas para trás apenas para viver uma aventura romântica? E pior ainda, esse homem é provavelmente meu pai e ainda assim nos deixou a própria sorte?

Amassei a folha do teste com raiva e levantei num ímpeto, caminhando pela sala de um lado para o outro. Como ela pode mentir tanto? Como pode nos abandonar? Como pode deixar Amy sozinha com um homem maltratado e uma criança? Deus! Eu era apenas um bebê! Amy deveria brincar de boneca enquanto caminhava por horas no sol passando fome!

– MAS QUE MERDA!! QUE MERDA!! Gritei socando a parede e Amy segurou-me pelos ombros, abraçando-me por trás. Tentei socar novamente a parede, mas ela me impediu travando meu corpo contra o dela.

– Sei que é, mas eu continuo aqui. Me desculpe esconder isso tanto tempo de você, mas eu sabia que ia doer, que ia te dilacerar descobrir tudo isso e eu não queria Ana. Eu nunca quis que você sofresse minha irmã. Nunca.

Então, quando as palavras dela ressoaram tudo o mais pareceu irrelevante. Virei meu corpo e me atirei contra ela deixando que o choro viesse avassalador. Deixando que ele lavasse minha alma.

– Porque mana? O que nós fizemos de errado? Porque ela foi incapaz de nos amar? Perguntei em meio ao choro e ouvi minha irmã chorar comigo, apertando-me ainda mais contra ela.

– Eu não sei e sinceramente não tenho mais necessidade em saber. Eu tenho uma família. Tenho você, Dani e Isabel. Tenho tudo que preciso comigo.

– Eu te amo tanto….

Disse chorando sentindo todo aquele amor pela mais velha transbordar pelo meu peito. Tudo que ela fez, todo sacrifício, toda dor, toda lágrima que ela derramou apenas para me impedir de chorar. Toda violência que sofreu sozinha. Sacrificou sua infância e juventude para que eu pudesse ter a minha. Fez meu mundo colorido, mesmo o seu sendo totalmente preto e branco. Amy Collins era meu verdadeiro exemplo.

Minha mãe e meu pai.

Minha irmã e minha melhor amiga.

– Eu também te amo Ana, mais que tudo, mais que a mim.

E naquele abraço o mundo parecia pequeno. O tempo parecia parado. Agora eu conhecia a verdade e ainda assim nada havia mudado. Amy continuava sendo tudo que eu amava e ainda mais. E enquanto eu a tivesse nada me faltaria. Não mais.

 

POV AMY

Ana estava na varanda olhando o céu pensativa. Segurava uma taça de vinho nas mãos e mergulhava no próprio silêncio de seu coração. Eu me sentia leve, como nunca antes. Pude dizer tudo que aconteceu conosco, tirar todas as sombras que haviam em mim e contar a Ana sobre seu passado. Não sabia se minha irmã iria querer procurar seu pai biológico ou nossa mãe em algum ponto. Se ela quisesse não sei muito bem como lidaria com isso, mas em algum ponto teria que deixar minha mágoa de lado e apoiá-la. Sempre a apoiaria não importa o que acontecesse. Posicionei-me ao seu lado, também bebendo meu vinho e ela deitou a cabeça em meu ombro. Ficamos assim olhando o céu estrelado juntas como costumávamos fazer no passado sempre que possível.

– Lembra quando nosso pai viajou a negócios e você fez uma noite de acampamento no jardim comigo? Ana disse nostálgica e eu senti o sorriso rasgar minha face.

– Lembro sim.

– Nunca entendi porque não repetimos aquilo. Foi tão mágico. Nós ficávamos procurando formatos nas nuvens e estrelas, comendo porcarias e tomando refrigerante. Foi a noite mais divertida da minha vida.

– Mais divertida do que as noitadas da faculdade? Arqueei uma sobrancelha e Ana riu divertida. Dessa vez ela não me estapeou ou empurrou ela apenas me olhou com o azul anil de seus olhos cheios de amor.

– Muito mais. Eu estava com minha melhor amiga em uma noite só de garotas. O que poderia ser melhor que isso? Sinto saudades daquela noite.

– Lembra que apareceu uma estrela cadente no céu e você apontava para ela eufórica? Você dizia “Am, a estrela está caindo! Ajuda ela!”. Ana gargalhou com a lembrança.

– Você começou a rir e eu chorei achando você insensível. Até que me colocou no colo e explicou que a estrela cadente era uma estrela mágica que riscava o céu para nos permitir sonhar. Você disse que eu tinha direito a um pedido mágico e ele aconteceria no tempo certo.

– E você fechou os olhinhos com força e fez seu pedido e eu fiquei admirando você feito boba.

– Você sabe o que eu pedi irmã?

Ana virou de frente para mim, desfazendo-se momentaneamente do nosso abraço. Não sabia o que ela diria, mas ainda assim meu coração bateu e bateu como louco.

– O quê?

– Que você fosse feliz.

As lágrimas se formaram em meus olhos e o choro subiu até minha garganta, tornando-se um bolo rígido que me impedia de respirar.

– Por-porque pediu isso? Você era uma criança! Tinha tantas coisas para pedir….

Ana sacudiu a cabeça e sorriu. Um sorriso aberto que fez suas covinhas afundarem nas bochechas. Outra vez vi aquela menina que corria para mim, que estava no meu colo olhando o céu totalmente inocente.

– Apesar de ser pequena sempre soube que havia algo errado. Seus olhos escondiam uma tristeza e eu percebia isso. Muitas vezes ficava olhando você e me perguntava porque você era triste. Eu não fazia ideia, mas aquilo me matava por dentro. E tudo que eu queria era poder te olhar um dia e não ver mais aquela tristeza disfarçada. Queria ver seus olhos brilhando como tinha que ser. E agora eu vejo.

Ana fez menção com a cabeça para Isabel que conversava descontraidamente com Dani dentro da sala.

– Posso parecer boba em falar isso, mas penso que aquela loira ali, de alma tão doce e coração tão forte, é a realização do pedido de uma criança inocente que amava sua irmã com tanta intensidade e queria tanto vê-la feliz que teve seu pedido atendido pela mágica estrela. Agora quando olho para você não vejo mais sombras. Esse amor tão bonito de vocês curou suas feridas e te fez acreditar na vida de nosso Amy. E nada no mundo me fez mais feliz do que finalmente ver a vida sendo justa com você.

E depois dessas palavras, as lágrimas não cabiam mais em mim. Tudo que eu consegui fazer foi ninar a caçula dos Collins nos meus braços pelo máximo tempo que pude. Ela tinha razão. Isabel curou minhas feridas, limpou as sujeiras mais escondidas do meu coração. Me fez acreditar no amor novamente.

– Por falar em amor senhorita Ana, quando você vai correr atrás da Dani?

Ana soltou-se dos meus braços e arregalou os olhos. A caçula coçou a nuca, gesto que ela sempre fazia quando estava nervosa.

– Não sei do que está falando.

– Ah você sabe sim! Te conheço muito bem e sei que desde aquela brincadeira você está balançada. Está fugindo da Dani como o diabo foge da cruz. Cadê a Ana fodona agora?

– Você está vendo coisas Amy…

– Não estou não. E não sei o que te espera porque sinceramente Dani nunca se envolveu com mulheres e eu saberia se ela tivesse se envolvido. E também ainda não sei exatamente o que penso sobre isso então vou te dar um aviso: Eu amo vocês duas e se forem felizes juntas ótimo. Mas se você enrolar minha melhor amiga não importa quantos anos tenha, vai ficar de castigo, sem celular, sem mesada e sem viagens por um longo, longo tempo. Ouviu bem Ana Collins?

A caçula arregalou os olhos e engoliu em seco diante da minha voz intimidadora. Eu quis rir, mas mantive-me séria para dar um ultimato a pirralha. Ela tinha que saber que se queria Dani ela não era qualquer uma, apesar de que tinha certeza que toda essa resistência de Ana em investir era justo porque ela sabia que poderia se apaixonar.

– Sim.

– Ótimo. Agora eu vou atrás da minha mágica estrela e você trate de se decidir. A vida passa muito rápido minha irmã.

Vi quando Ana olhou para Dani e engoliu em seco. Os olhos azuis dela brilharam e sorri diante da cena.

A vida sempre me surpreende…. Acho que no fundo faz parte da sina de ser um Collins.

********

Hey Amybetes,

E aí como estamos? Último capítulo do ano ainda faltando alguns para o fim da história. Estamos na reta final. E eu amo tanto elas que vai ser difícil encerrar. Ainda estou pensando se haverá segunda temporada e quando decidir, conto para vocês ok?

Quero desejar um FELIZ ANO NOVO a todas, que em 2017 possamos estar juntas seja com Amybel ou qualquer outra aventura que surja. Esse ano de 2017 se Deus quiser meu primeiro livro será publicado aqui pelo HPM e eu espero, de coração, que vocês queiram ler mais uma história minha. 

Obrigada a cada Amybete pelo carinho, por ler, divulgar, por tornar a história de Amy, Isabel, Ana e Dani tão importante. Vocês moram no meu coração, de verdade!

Muita saúde, paz, felicidade e sucesso! #vem2017

Com carinho,

Bru

 

 

 

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