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Brinquedos e brincadeiras – conto de autora convidada

Hoje é dia de conto da Gi Medeiros. Ela já esteve por aqui com o conto “Na madrugada” e agora está de volta! Quer postar seu conto aqui no site também? É só mandar para [email protected]

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Sempre ouço relatos de outros casais sobre suas aventuras sexuais, técnicas, jeitinhos, lugares, posições, brinquedinhos e outras peripécias. Algumas pessoas são mais abertas a novas experiências e outras não. Se procurarmos os contos eróticos em torno da temática iremos encontrar milhares de relatos a respeito de óleos sensoriais, bolinhas do prazer, géis beijáveis, vibradores, próteses e outros acessórios, muito uteis por sinal, que provocam uma gama de sensações incríveis, se bem usados é claro.

Sou conhecida entre meus amigos por não ter muito pudor quando o assunto é sexo, não tenho vergonha para abordar o assunto, e menos vergonha ainda de praticar. Certo dia, durante um daqueles jantares entre amigas, fui bastante questionada a respeito do sexo entre mulheres, eram 03 mulheres heterossexuais e extremamente curiosas a respeito de como um casal lésbico transa. As perguntas variavam desde como eu conquistava as minhas “vítimas” o que falar, como falar, como convidar pra sair entre outras coisas triviais, mas claro que os questionamentos sobre o que se faz na cama, como é chupar uma buceta, que brinquedos eu utilizava e como utilizava.

No meio de todos estes questionamentos eu percebi que ser lésbica foi a melhor coisa que me aconteceu, que a minha vida sexual era maravilhosa, e que, de forma alguma, eu sinto falta de um pênis nas minhas relações sexuais. E refletir sobre tudo isso me levou a pensar em uma história, em um objeto adquirido por curiosidade que se tornou meu queridinho, e a qual eu pretendo compartilhar com vocês.

Era uma noite fria de maio, um sábado como outro qualquer, eu e minha namorada tínhamos ido ao cinema, depois um jantarzinho leve e resolvemos esticar a noite em um motel. Chegamos, pedimos uma suíte e fomos primeiro dar uma olhada no que o quarto oferecia, e ao lado esquerdo da cama havia uma caixa vermelha, recheada de brinquedos, óleos e afins, e dentre eles estava o colar tailandês. Peguei a caixinha, mostrei pra minha namorada.

– Bia, já viu um desses?

– Não amor, o que é?

– É um colar tailandês, usado no pompoarismo e exercícios de kegel.

– E como se utiliza isso a dois?

– Olha, eu creio que seja pra estimular as paredes da vagina e consequentemente o ponto G. Que vc acha?!

– Sobre o produto?! Interessante.

– Vamos testar? Tenho umas ideias.

– Claro amor pega ai.

O colar tailandês é um produto bem simples, são 05 bolinhas rígidas presas a um cordão de silicone, mas bem eficiente.

E lá fomos nós pra cama, o clima estava quente, liguei na recepção, pedi um vinho e ali fomos bebendo e nos envolvendo, tirando a roupa lentamente.

Deitei Bia na cama, fui beijando seu pescoço, descendo pelo colo, parei nos seios e chupei devagar, sentindo suas unhas arranharem minhas costas, e seu quadril se movimentando de encontro ao meu corpo. Encaixei minha perna no seu sexo, e fui pressionando e rebolando. Alternava entre beijos, chupões nos seios, mordidas na barriga. Desci até seu sexo e lambi devagar, ouvindo o gemido que fez meu corpo arrepiar.

Bia estava extremamente molhada, mas como lubrificação nunca é demais, peguei um gel de morango e espalhei em sua buceta, peguei o colar tailandês e introduzi as 5 bolinhas em sua vagina, uma a uma, devagar, olhando para o rosto de Bia, observando sua expressão, e ela me retribuiu com um olhar safado, continuei chupando seu sexo e ela começou a rebolar, movimentando as bolinhas dentro de sua vagina e gemendo cada vez mais alto. Diminui o ritmo do oral, para prolongar o sexo, mas Bia estava possuída pelo prazer. Ela gemia, me arranhava e rebolava, o ápice do seu prazer estava próximo.

Peguei o cordão e me preparei para puxar, continuei no oral, até que ela gemeu alto, explodindo num orgasmo delicioso, e eu puxei o cordão, retirando bolinha por bolinha lentamente, e a cada bolinha retirada, ela gritava de prazer e cravava ainda mais as unhas em minhas costas, até que caiu exausta na cama, ofegante, seu corpo tremia, estava toda suada e é o gozo escorria por entre suas pernas.

– O que achou do brinquedo?

– Inexplicável, melhor orgasmo que já tive.

– Nossa, deve ser bom mesmo

– É sim, maravilhoso, vou te mostrar.

Ela veio pra cima de mim, me beijando, me acariciando, suas mãos percorriam os caminhos do meu corpo com habilidade, ela sabia bem onde me tocar e como me tocar.

Se posicionou entre minhas pernas e me chupou devagar, e sem parar o oral, introduziu as 5 bolinhas em minha vagina e continuou chupando, até o momento que eu gozei e ela foi retirando as bolinhas, uma a uma, da mesma forma que eu fiz com ela, e senti meu orgasmo multiplicado por 10. Acontece que na hora do orgasmo os músculos se contraem, e a bolinha sendo retirada massageia o ponto G que já está sensível, trazendo uma sensação incrível.

Após esta experiência, esse colar virou uma peça sempre presente em nossa cama.

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