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Brincadeiras do destino – Cap 6

A noite iria ser longa novamente, mas dessa vez não ia precisar de álcool, e estavam com uma vantagem. Amanhã é sábado e folga de Carol, ninguém teria hora para acordar.

A noite foi melhor ainda, Carol novamente parecia incrédula com aquela mulher na cama. Não tinha nada a ver com dirty talk ou acessórios escondidos embaixo da cama. Era diferente, o que mais a deixava com tesão com Andréia era o olhar. Ela gostava que Andreia fazia sexo de olho aberto, queria sentir, queria ver, queria amar por completo aquela mulher que estava com ela.

Carol gostava de mandar na cama, mesmo sendo a mais nova. Mas com Andreia ela nao precisava mandar, as duas se entendiam no olhar, as duas se encaixavam e os corpos sintonizavam. As pernas encaixadas e os corpos nus, as bocas que não se desgrudam e as mãos dadas. A cada orgasmo ficavam se olhando e fazendo carinho uma na outra, até começar tudo de novo.

Andreia ria da timidez de Carol, e Carol estava incomodada com a maneira que Andreia a fazia se sentir. Incomodada mas feliz. Sempre escutou pessoas falando de como era essa sensação, mas nunca tinha sentido.

Por volta de 4 e pouco da manhã, levantaram com fome. Andreia pegou a calcinha que estava no chão e uma camiseta larga e comprida que usava de pijama. Carol vestiu a calcinha que estava, que parecia uma cuequinha justa, pegou emprestada uma blusa social antiga de Andreia, gostava do estilo que causava essa combinação.

Foram pra cozinhar fazer um pão na chapa. Ligaram a frigideira, pegaram o refrigerante na geladeira e eram risos por todos os lados. Carol era carinhosa no fim das contas, adorava dar beijinhos, fazer carinho no rosto, e Andreia estava adorando receber essa atenção toda. Estava precisando depois do último relacionamento que teve.
Depois da manteiga quase queimar, fizeram um pão que elas elegeram como o mais gostoso dos últimos tempos.

Comeram, riram, fizeram piadas, Carol fez cosquinha em Andreia e voltaram pro quarto, resolveram deitar para tentar dormir um pouco. Namoraram na cama ainda, foram beijos quentes, carinhos intermináveis, risos e deliciosos momentos. Em algum momento onde o sol estava querendo nascer, o sono já as dominava, e Carol chegou mais perto de Andreia, que a deixou no colo. Carol grudou o nariz no pescoço de Andreia para sentir aquele cheiro gostoso que ela tinha e as duas começaram a deixar o sono chegar.

Andreia já estava quase dormindo, dominada pelo cansaço, quando Carol, já meio grogue de sono soltou um risinho leve e disse despretensiosamente: “Acho que posso te amar”. Andreia se assustou e na mesma hora abriu os olhos o máximo que pode. Antes de responder, Carol já estava dormindo em seus braços.

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