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Brincadeiras do destino – Cap 57

O fim de semana havia chegado com tantas novidades que Carol e Andréia ainda estavam em dúvidas de como lidar com tanta informação. D. Célia e Drika já tinham ido embora e o casal ficou com o final de uma garrafa de vinho, uma música ambiente vinda do computador de Andréia e muitas coisas na cabeça para serem discutidas.

– O papo com sua irmã foi tenso? – Carol perguntou enquanto sentava ao lado da noiva no sofá, trazendo as duas taças.
– Mais ou menos. Ela me contou uma história meio triste e falou que pensou muito em mim nesse tempo.
– E ela nunca te procurou?
– Não. É tudo muito complicado. Não a julgo nem quero pensar nos problemas do passado…
– Desculpe. Vamos falar apenas das coisas boas do futuro, ok?
– Combinado. Agora vem aqui que sua noiva está com saudades de você?
– Saudades de mim? Mas está o dia todo do meu lado – Carol falou enquanto tirava a taça da mão de Andréia e as apoiava na mesinha da sala.

Andréia confirmou a saudade, riu e aproveitou que o vinho estava longe para deitar no sofá e com o olhar, convidar Carol a deitar junto com ela. A menina não demorou para entender o convite, apoiou o corpo em cima do de Andréia, e a beijou com toda a vontade que estava.

O beijo foi esquentando e antes que pensassem duas vezes, já estavam deitadas no tapete da sala. Andréia sem sutiã, com o short jeans aberto e por cima de Carol, que nessa altura já estava sem roupa. A arquiteta provocava e brincava com todos os pontos fracos da noite e se divertia ao ver cada gemido e revirada de olho que a menina dava.

Carol, por sua vez, se entregava sem precedentes. Sabia que estava completamente dominada e que naquele momento não respondia por quase nenhuma de suas palavras e atitudes. Andréia a dominava de uma forma nova, quente e sexy. Aquele olhar, que invadia a alma e silenciava o coração, deixava Carol cada dia mais apaixonada.

A sexta se misturou com a madrugada de sábado para as duas. A celebração do amor permanecia minuto após minuto. Da sala seguiram para o quarto, gostavam da cama que era só delas. Exploravam novos caminhos, novos beijos e novas línguas em lugares diferentes. Os gemidos eram como música para o ouvido da parceira e os risos e respiros eram a melodia perfeita do casal. A sintonia delas exalava e contagiava o ambiente.

Fatalmente, se renderam ao cansaço e ao sono e curtiram o final da madrugada em abraços trocados com corpos nus estirados na cama. Dormiram em paz e felizes.

Andréia foi a primeira a acordar e quando lembrou que era sábado, não teve pressa de se mover, apenas olhou para a menina enrolada em seu pescoço, sorriu e agradeceu silenciosamente por aquele presente que tinha recebido. Estava em paz com o mundo em uma oração só dela quando o celular do trabalho apitou. Achou muito estranho aquele horário e sabia que devia ser importante. Não deu outra.

A cliente nova quer uma reunião na hora do almoço de hoje. Te encontro lá.

A mensagem vinha do seu chefe e logo depois vinha o endereço. Andréia não se conformava com aquilo. A cliente só podia ser louca. E ela era mesmo.

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