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Brincadeiras do destino – Cap 14

Na banheira pequena que tinha, Andreia acabou dormindo, e sonhando. Coisas confusas, Carol, Diana, seus pais e até sua paixão de adolescência resolveu aparecer no sonho. Acordou com o celular tocando. Era Carol dizendo que a loja já tinha fechado, que em uns 30, 40 minutos ela estaria na casa de Andreia, tomaria um banho rápido e sairiam então. Era sexta, horário não era problema para as duas.

Ao ouvir a voz de Carol no telefone, Andreia sentiu seu coracao acelerar de uma maneira diferente. A carta de Diana tinha mexido com ela também, mas era diferente, era medo, era ansiedade apenas. Com Carol não, era aquela sensação que tantos falavam de borboletas voando no estômago, era a emoção de saber que a pessoa é sua, que a pessoa quer te ver. Ficou feliz, percebeu que Diana era passado de vez, pelo menos até se encontrarem tinha essa certeza.

Saiu do banho, colocou a calcinha e uma blusa de pijama para esperar sua menina. Abriu uma cerveja bem gelada e ligou a música. 25 minutos depois, contados no relógio, Carol bateu na porta da maneira que só ela batia, ela dizia que não gostava de campainha porque senão Andreia nunca iria saber que era ela. Andreia abriu e já puxou sua menina pra bem perto, lhe deu um beijo longo, apaixonado, molhado e quente. Carol não esperava aquela recepção toda, ainda mais com Andreia estando só de calcinha, já puxou a calcinha para baixo e em um movimento rápido, sentiu sua namorada toda molhada, pronta para se entregar.

Se enfiaram debaixo do chuveiro, fizeram sexo gostoso, amor e namoraram um pouco. E depois de se satisfazerem, pelo menos um pouco, saíram se arrumaram e resolveram passar no barzinho que tinham prometido. Já era depois de meia noite, pediram uma mesinha para duas e já comecaram a beber. A cerveja continou vindo na proxima hora, assim como o lanche que pediram. Se divertiram, riram muito, namoraram um pouco, escutaram boa música e lá por volta de 1 e pouca resolveram voltar. A cerveja estava fazendo efeito e tinham muitas vontades que não poderiam ser matadas ali mesmo.

Já no elevador a calça de Carol estava aberta, o soutien de Andreia estava aberto embaixo da blusa e as línguas se misturavam e percorriam bocas e pescoços. A porta se abriu quase que magicamente, pois nenhuma das duas estavam conseguindo parar as mãos para pegar as chaves. As roupas foram caindo na sala mesmo e o quarto parecia muito distante. Ficaram pelo sofá mesmo. Foram línguas, mãos, dedos e sussurros. Orgasmos atingidos. Foram para o quarto continuar a matar o desejo que parecia não acabar.

A noite foi quente, intensa e deliciosa. E o sábado parecia que ia ser igual. Começou lá por volta de meio dia, com Carol beijando as costas nuas de Andreia, ambas tinham dormido sem roupa, e Andreia acordou já sentindo a mão de Carol percorrendo sua coxa enquanto ela escorregava o corpo pra cima de Andreia. O sábado iria começar assim como a sexta tinha terminado. E a tal carta de Diana, parecia um passado muito distante e era melhor assim, pelo menos até o fim de semana terminar. O que para Andreia, era melhor que não terminasse nunca.

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