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“A Secretária” – o amor à prova

Cada lançamento da editora é uma alegria enorme. O processo de negociação, a capa, a discussão sobre cores e até mesmo os acertos finais sobre a sinopse e o que vai escrito na orelha do livro. Talvez eu nunca me canse deste processo e é exatamente por causa deste processo que fico tão feliz ao ver mais um produto nas ruas. 

Pouco mais de uma semana atrás, lançamos o romance “A Secretária”. Autoria de C. Mills e D. Morrison, apaixonadas por Once Upon a Time e o casal SwanQueen, as duas escreveram à quatro mãos essa delícia de livro que tivemos a honra de receber aqui na editora. É daqueles que você quer devorar de uma vez só. Não tem como parar de lê-lo. Não pare. Você não irá se arrepender. 

E para você ficar com muita vontade de ler, resolvemos disponibilizar um trecho do primeiro capítulo. Prepare-se para amar essa história. 

Quando decidi que transcenderia as barreiras criadas pelos meus pais de trabalhar numa empresa “concorrente” a deles, eu consegui uma vitória para mim. Eu acho.
Quando se é a herdeira de um império em outro país, as coisas são extremamente fáceis pra você – e eu não queria facilidade – eu queria aprender e queria ser a melhor.
Estava com vinte e dois anos. Terminar o colegial aos 17, me permitiu entrar na facul-dade muito mais rápido e assim, obter meu grau em Marketing. Era um campo extenso, e era oque eu sabia fazer, passei toda a minha vida ajudando meu pai com as artes dos livros de sua empresa em Roma, e agora, morando sozinha nos Estados Unidos, não seria diferente.
Enviei meu currículo frisando o nome da minha avó por parte de mãe, Summers, para que as pessoas me desvinculassem do sobrenome Nicolo e do seu peso. Meu pai conseguia os melhores livros, com os melhores escritores da Itália e mesmo assim, eu queria caminhar sozinha, com as minhas próprias pernas.
O escritório da Editora Morgan me ligou no mesmo dia perguntando sobre quando eu poderia fazer uma entrevista. Eu ainda estava terminando de arrumar meu apartamento noUpper East Side e nem mesmo acreditei que eles me queriam.
Começar de baixo era o que eu precisava. Experiência, lutar minhas próprias batalhas e ser a futura presidente da Editora Nicolo com meus próprios méritos. Mas eu não sabia mesmo no que estava me metendo.

(…)

Esperei pelo elevador e quando ele chegou, entrei com mais 6 pessoas junto, porém, antes dele fechar suas portas, uma mulher com os cabelos na altura dos ombros e lábios pintados de vermelho parou a porta, um por um as pessoas que me acompanhavam foram descendo.Será que essa mulher tinha algum tipo de doença contagiosa? A primeira vista não, permaneci no meu lugar encostada ao espelho.

— Você não vai descer? — Me perguntou com sua voz apática.

— Deveria? — Não sei dizer ao certo se foi pelo meu tom de voz, mas a morena virou-separa as portas completamente puta.

Ótimo, eu nem tinha começado a trabalhar e consegui uma inimiga no prédio, talvez no mesmo andar que eu, já que ela não apertou outro botão.

Talvez ela fosse a esposa de algum magnata associado a Morgan, ou ela fosse uma escritora Americana, nós Italianos sabíamos o quanto escritores americanos eram tratados como estrelas.

— Alguém viu a minha secretária? — Ela berrou ao passar pelas portas, o ambiente de sorrisos tornou-se num mar de gente correndo para suas mesas de um lado para o outro. — Quando a Senhorita sabe-se-lá-o-quê resolver aparecer, diga para ela vir até a minha sala.
E assim, ela entrou por um corredor e ao fim dele por uma porta de vidro. Na parede, o nome “Regina Morgan” decorava, e o meu coração se apertou. DROGA. Eu trabalhava com ela, pra ela, e tinha sido uma mimada dentro do elevador. Estava perdida.

Ficou curiosa para saber como vai ser daqui para frente? Então corre aqui embaixo e garante o seu! 

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