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20 e poucos anos – Cap 6

Sam estava perplexa. Ela encostou em uma estante que denotava o fim da linha. Não tinha mais para onde ir. Carina continuou a avançar e a falar:

– Gostei e não quis que você apenas olhasse. Eu quis que você tocasse. Você quer tocar, Sam?
– A-a-acho que você bebeu muito vinho, Carina. M-melhor nós sairmos daqui. – disse Sam olhando na direção da chave que estava no decote de Carina. Ela estava assustada, mas ao mesmo tempo tinha seu corpo inteiro vibrando de excitação.

– Então pega a chave. – disse Carina interrompendo seu avanço com uma expressão de “xeque-mate” no rosto.

Sam engoliu em seco, respirou fundo e chegou perto de Carina. Olhou para seu vestido que ia até o pescoço e ficou analisando como faria para pegar a chave, quando Carina abriu o primeiro botão. A respiração de Sam acelerou, seu coração começou a bater mais rápido que o ritmo da música que dançavam do lado de fora, mas para sua surpresa, ela conseguiu se mover em direção à Carina e abrir os botões restantes, revelando um corpete que fazia um decote maior que o formado pelo vestido florido.

A chave estava exatamente entre os seios de Carina. Sam analisava uma forma de pega-la sem tocar a pele de Carina, mas sua razão a estava deixando. Seu corpo estava sedento de algo que ela desconhecia até então.

– Pega! Pega a chave….Samanta.

Ouvir seu nome saindo da boca de Carina, naquele tom sensual, foi o suficiente para apagar qualquer vestígio de razão que ainda pudesse ter.

Samanta tocou a parte exposta do seio de Carina e ela suspirou. Aos poucos, Sam foi colocando sua mão dentro do corpete, até que sentiu o bico rijo do seio esquerdo na palma de sua mão. Ela acariciou e apertou todo o volume até que Carina gemeu de prazer e esse pareceu ser o sinal de que ela precisava para deixar seus impulsos dominarem o momento.

Samanta baixou o corpete com força fazendo os seios de Carina saltarem para fora.

A chave caiu.

Ela voltou a apertar o seio que estava em sua mão, agora com mais liberdade. Carina deu um passo em falso para trás e Samanta passou seu braço esquerdo por trás dela para apoia-la. A proximidade de seus corpos despertou um impulso em Sam, que quando se deu conta já estava acariciando o seio de Carina com a língua.

Os gemidos se intensificaram ainda mais quando Samanta colocou o que pode do seio esquerdo de Carina dentro de sua boca e começou a chupá-lo intensamente.

Aos poucos, foi levando Carina para a lateral e assim que a colocou contra a parede, utilizou a mão esquerda para acariciar o seio direito de Carina, enquanto o outro seio permanecia em sua boca, sendo sugado, lambido e beijado nem sempre nessa ordem.

As duas gemiam juntas a cada movimento da mão e da cabeça de Samanta.

Carina entrelaçou seus dedos por entre os cabelos curtos e negros de Sam e começou ela mesma a mover a cabeça desta contra seu seio.

Aqueles movimentos, a língua molhada de Samanta, a pressão sobre seu seio direito começaram a deixar Carina num estado de prazer que ela nunca tinha experimentado antes e, quando deu por si, um êxtase a tomou e ela ficou sem voz. Seu corpo inteiro sentiu aquela eletricidade deliciosa e quando ela abriu os olhos se deparou com Samanta de olhos fechados com uma expressão que ela imaginou ser igual à dela, e estava certa.

Depois de toda aquela reação de Carina, Samanta percebeu uma agitação diferente entre as pernas e, ao apertá-las, sentiu uma sensação maravilhosa que a fez gemer em silencio. Ela abriu os olhos e viu que Carina a observava. Então, desceu as mãos para a cintura desta e Carina continuou com as suas mãos nos cabelos lisos de Samanta, mas agora os acariciando. As duas estavam ofegantes.

Carina olhou para a boca de Sam e seu corpo se moveu para frente…quando bateram na porta.

sig_Gabi